CREFITO-16 APOIA CAMPANHA JANEIRO BRANCO

com informações do site psicologia para curiosos e do CREFITO-1

O Janeiro Branco é uma campanha, ainda nova, que merece muita atenção. A campanha objetiva mobilizar a sociedade em favor da saúde mental, mudando a compreensão cercada de tabus sobre a saúde mental e promovendo mais possibilidade de saúde mental a todos os indivíduos e a sociedade como um todo.O CREFITO-16, por sua vez, é uma entidade que apoia o projeto, dada a importância da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia ao tema.

 

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Segundo a página oficial da iniciativa, está tem caráter gratuito, democrático, social, solidário, inclusivo, humanista e multidisciplinar, e caracterizada pela pluralidade e diversidade de temas, direta ou indiretamente, ligados aos universos da saúde mental e emocional dos seres humanos e suas instituições. A campanha é dedicada a promover a psicoeducação das pessoas e das instituições, promovendo a saúde mental e combatendo o adoecimento emocional dos indivíduos e instituições por vários meios, como debates, eventos em geral e outras ações de conscientização.

Fisioterapia, Terapia Ocupacional e Saúde Mental

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua comunidade.

No âmbito da Fisioterapia, segundo Giuliano Mannrich, na obra “A saúde mental e as questões de reabilitação física”, o objetivo geral do tratamento em saúde mental é oferecer ao sujeito a manutenção do estado de saúde e concomitantemente a reabilitação de sua capacidade funcional, restaurando sua integridade física, social e mental, proporcionando com isso um aumento na independência e qualidade de vida do indivíduo, modulando e melhorando seu autocontrole e otimizando o tratamento clínico da pessoa com transtorno psiquiátrico.

Por outro lado, Mara Cristina Ribeiro e Ana Lúcia Machado, no artigo “Terapia Ocupacional e as novas formas do cuidar em saúde mental”, sustentam que essa área do conhecimento ocupa um lugar comprometido com o direito, a cidadania e a ética, conduzindo a um conhecimento que induz à flexibilidade nas ações, assim, ela não deve ser apenas uma estratégia de intervenção para eliminação e controle do mal estar psíquico, mas deve colaborar para que a vida coletiva e as existências individuais sejam mais abertas, interessantes e criativa e nós, terapeutas ocupacionais, facilitadores desse processo de mudança, precisamos ser incansáveis criadores de possibilidades.

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